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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Verniz 681 O2M da Inglot

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O verniz de hoje é o Verniz 681 O2M da Inglot. Comprei-o por causa da cor, mas este verniz faz parte de uma coleção intitulada "O2M", que se caracteriza por deixar a unha "respirar", sendo mais saudável. Segundo a marca "permite a passagem da água e oxigênio graças ao seu ingrediente especial - um polímero altamente avançado. O produto contribui para a saúde e suavidade da unha".

 

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A funcionária advertiu-me para que o facto de este tipo de efeito só se realizar de utilizarmos a base e top coat da mesma linha. Como eu ainda tinha bastante de uma coisa e outra trouxe somente o verniz que, inclusivamente, tinha escolhido apenas pela cor. Mas sou capaz de experimentar, quando os meus acabarem.

 

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O produto não contém contém tolueno, formaldeído, dibutilftalato (DBP) e cânfora e o preço é de 12 €. Lembro-me que comprei mais barato, graças a uma promoção qualquer. Podem comprar aqui ou nas lojas físicas. No site, não pagam portes de envio se a encomenda for superior a 60 €.

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Das marcas de vernizes que tenho experimentado, considero que esta é uma das melhores, porque o verniz dura bastante tempo. Secagem rápida, brilho bonito e cor homogénea. A experimentar mais cores desta linha que, diga-se de passagem, tem cores lindíssimas.

 

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A síndrome "dependo-tanto-da-vida-virtual-que-nem-vivo-a-real"

 Confesso que já não saio muito à noite. Na realidade, quase nada, se me lembrar dos meus tempos áureos de há uns anos atrás... A idade vai crescendo, a paciência encurtando e a qualidade da música e do ambiente tem vindo a decair também... No entanto, continuo a frequentar cafés e bares e discotecas muito raramente. Mas com esta moda do revival da música dos anos 70, 80 e 90, lá me aventuro a dançar, de vez em quando, pela madrugada adentro e a enfrentar os olhares reprovadores dos meus vizinhos, de manhã, no elevador, quando chego...

 

Que as gerações mais novas que a minha passem a vida agarradas ao telemóvel a postar sobre até o pentelho que arrancaram ou a verem que unha encravou em fulano, é algo que continuo a não entender, mas a que já me resignei; agora, que gerações mais velhas que a minha tenham tido a vontade suficiente para deixar o conforto do lar, aperaltar-se e esforçar-se por não adormecer, para depois chegar à discoteca e estar encurvado,como os netos, a adorar um ecrã de telemóvel, isso é que não consigo encaixar! Então, não faziam o mesmo no conforto do sofá, ao quentinho...?

 

É que nem para o engate!!! Se calhar até estão ali em conversas virtuais de chacha com alguém que nunca viram sequer, em vez de se divertirem e conviverem com pessoas reais. Definitivamente, esta é a doença do século. A dependo-tanto-da-vida-virtual-que-nem-vivo-a-real! E cuidado! Muito cuidado que, pelos vistos, pega-se! Já não são só as novas gerações que apresentam esta síndrome...

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