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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Séries: «Devious Maids» (Criadas e Malvadas)

«Devious Maids» (traduzido para português como «Criadas e Malvadas») é uma das minhas séries preferidas. Uma das produtoras é Eva Langoria que ficou conhecida em «Donas de casa desesperadas» (de que falei aqui) por interpretar o papel de Gabrielle Solís. Uma das personagens desta série é interpretada por Ana Ortiz, que ficou conhecida na série «Betty Feia»). Na primeira série, o enredo desenvolve-se à volta da sua personagem, Marisol Suarez. O restante elenco principal também inclui participações em outras séries: Dania Ramirez, Roselyn Sánchez, Edy Ganem e Judy Reyes (como outras empregadas domésticas). Também podemos ver Susan Lucci, Rebecca Wisocky, Tom Irwin, Brianna Brown, Brett Cullen, Mariana Klaveno e Grant Show.

 

«Devious Maids» é inspirada na série mexicana Ellas son...la Alegría del Hogar. Trata-se de um grupo de criadas latinas, que trabalham para patrões da alta sociedade americana. Assim, tomam conhecimento de muitos segredos "sujos" e envolvem-se em mistérios e aventuras. Tal como em «Donas de Casa Desesperadas» a miséria humana e o drama são expostos através da ironia e do humor. Não admira que assim seja porque o criador das duas séries é o mesmo: Marc Cherry.

 

A série teve início em 2013 e já vai para a quarta temnporada (prevista ainda para este ano de 2016). Segundo consta, Carlos Ponce será uma das caras que entrará para o elenco da nova temporada. A própria Eva Langoria e James Dentan (Mike Delfino das «Donas de Casa Desesperadas») estarão como confirmados na nova série também. Aguardemos... Enquanto isso, a terceira temporada encontra-se em exibição no AXN White Portugal...

 

 

Séries: Os Bórgia

 Hoje venho falar-vos de uma das minhas séries preferidas. O que não faltam é motivos para venerá-la. Por onde começar...? Primeiro, trata-se de uma história baseada na História, ou seja, em factos reais. Esta família existiu e esta gente viveu mesmo assim. Claro que não tal e qual (até porque a esta distância histórica seria extremamente difícil comprovar muita coisa) mas, na generalidade. Não se trata de um retrato de uma família "qualquer", mas DA família. Mas já falarei sobre isso adiante.

 

Falando em História, todo o cenário, o guarda-roupa, o ambiente criado para servir de palco a esta intriga, também é excelente. Conseguimos "viajar no tempo" e viver esta época. Nota-se bem o trabalho (e o dinheiro) que com certeza foi gasto para aprimorar esta contextualização.

Outro dos motivos desta série é o elenco de atores escolhidos. Já viram quem é o Papa Alexandre...? Exatamente! Um dos melhores atores do mundo: Jeremy Irons. Só a presença dele já bastaria... mas o restante conjunto de atores também é muito bom.

 

 E a história? Qual delas?! É que esta família tem todas as histórias de todos os temas reunidas num só núcleo familiar... A história dos Bórgia sempre me fascinou. Papas com filhos? Amor e traição entre irmãos...? E até uma papisa...? Tudo se encontra aqui.

A religião, altamente conspurcada pela luxúria, ganância, assassínio e traição. Tudo, mas tudo o que não é cristão.

 

 

A política e as alianças militares através de casamentos de conveniência e de mortes por envenenamento.

A guerra e a disputa pelo poder, ao ponto de chegar ao fraticídio... Tudo isto na sequência de uma educação completamente contrária aos valores católicos...

 

 

As relações incestuosas entre irmãos, bem como outras derivantes sexuais como triângulos amorosos, libertinagem e até homossexualidade.

 

 

No fundo, a série vai ao fundo da condição humana: a dualidade do ser humano e mais que isso, o facto de ninguém ser totalmente bom nem totalmente mau, porque até a personagem mais negra é retratada como tendo um lado bom. No fundo, todos temos esses dois lados... Portanto, as personagens são trabalhadas até à exaustão. Não há aqui o bom, o mau e o vilão. Há, de facto, muita maldade, mas que não é apenas isso. Também tem o seu contraponto e podemos assistir e compartilhar dos conflitos interiores de cada um deles.

 

A série tem 3 temporadas (esteve no ar de 2011 a 2013) e foi filmada na Hungria. Acabou por ser cancelada e faltam muitas coisas. Algumas das críticas feitas foram principalmente à história entre Cesare e a irmão, Lucrécia. Na série aparece muito romantizada, quando, ao que consta, da parte da verdadeira Lucrécia não existia o mesmo sentimento. Assim, Cesare aparece mais suavizado do que na realidade foi (perseguiu e matou todos os amantes da irmã friamente), embora eu continue a achar que o seu lado sombrio está lá bem à mostra.

 

 Existem muito mais críticas sobre a veracidade de muita coisa na série, mas o facto é que também existem várias versões históricas sobre esta família. Já por si só é difícil "provar" o que acontece nos bastidores da vida, quanto mais há séculos atrás... Factos à parte (e não esquecendo que não se trata de um documentário, mas de uma série ficcionada) façam o favor a vós próprios de a ver. :)

Séries: The Carrie Diaries

 Se estão à procura de uma série "levezinha", mas com alguma piada e se eram viciadas (como eu era) na série «O sexo e a cidade», podem passar os olhitos por esta. Embora só haja duas temporadas (estou a terminar de ver a primeira) tem a sua piada ver a nossa Carrie Bradshaw, versão teenager e (ainda) virgem, deslumbrada com o mundo da escrita e da moda e a tentar seguir os seus sonhos e entrar na grande cidade.

 

 Como o tempo da história começa em 1984, somos presenteados com uma excelente banda sonora. Não faltam as referências aos grandes ícones da moda, da música, da arte e da cultura pop, em geral, desta época. No fundo, visualizar estes episódios faz-nos reviver a década de 80 em que tudo era mais desligado e mais esperançoso, sem aquele stress que caracteriza o nosso presente e em que a diferença era considerada criatividade. Claro que a idade era outra nessa altura, mas mesmo assim, acho que as pessoas viviam de uma forma mais saudável naqueles anos. Tinham mais tempo para si e oh... isso é tão importante...

 

 O formato dos episódios lembra os de «O sexo e a cidade» com narrações da Carrie que, em vez de serem artigos, surgem em forma de diário (daí o nome da série). Claro que não podiam faltar as aporrinhações por causa dos namorados e as tricas com as amigas e as inimigas. Para além dos temas típicos da Carrie, o que assistimos nesta série de mais diferente é sua relação com a família (pai e irmã, uma vez que a sua mãe tinha morrido recentemente). Aliás, os dramas e as confusões (hilariantes, por vezes) da sua família também estão em foco.

 

 E o que dizer do seu estilo? Muito 80´s, bem como o ambiente que é retratado nestes episódios. Boas lembranças! (Eu, pelo menos, guardo imensas coisas boas desta época).

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