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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Livros: Agatha Christie

 

Quem nunca leu Agatha Christie não sabe o que é um bom mistério, nem conhece Miss Marple, nem Hercule Poirot e o Capitão Hastings, entre tantos outras famosas personagens criadas pela "rainha do crime". Para além disso, fica a perder excelentes oportunidades de "usar as celulazinhas cinzentas" para tentar chegar aos culpados das suas histórias.

 

Felizmente para mim, a minha mãe tinha um respeitável conjunto de títulos desta autora e, mais tarde, fui adquirindo o conjunto completo graças a uma daquelas coleções onde se podem adquirir livros a um preço más módico.

 

Agatha Christie foi uma autora policial inglesa que faleceu em 1976 (com 85 anos) e que nos deixou uma vasta obra deste tipo, que está traduzida em mais de 100 línguas. Foram vendidos mais de 4 biliões de exemplares, só para terem uma ideia do alcance desta escritora. Embora também tenha escrito noutros géneros, foram os seus inteligentes mistérios que a imortalizaram.

 

Foram feitas adaptações das suas obras para peças de teatro, séries, filmes e até jogos de computador. Cá em Portugal passou esta série que se centrava numa das suas personagens mais carismáticas (Hercule Poirot) e que a mim me desiludiu não só porque "os livros são sempre melhores que os filmes ou as séries" mas também porque desde tenra idade que construí uma imagem desta personagem cuja aparência que imaginei não correspondeu ao que vi na série. Imaginava um Poirot mais velho, mais barrigudo, mais galante e com os seus olhos "que brilhavam como os de um gato", como a autora descreve. Mas, enfim, também não está muito mal. (Podia estar pior, a avaliar pelos desastres que vejo de adaptações de outros livros...).

 

Uma das características da escrita de Agatha Christie é basear-se no "conhecimento humano". Com as devidas adaptações, muitas deduções e características que se descrevem ainda se podem observar nos nossos dias. Também serve para nos lembrarmos constantemente de atentarmos aos pormenores e ao que não é coerente.

 

Quando chegamos ao final da história e sabemos quem é o "culpado" (que normalmente não esperamos que seja) sentimo-nos frustrados porque vemos que as pistas nos tinham sido dadas pela autora e que só a nossa "desatenção" fez com que não chegássemos à conclusão que se impunha.

 

Em suma, trata-se de um acervo de livros de leitura fácil, mas que também nos faz pensar. Vale a pena conhecê-los ou revivê-los.

 

 

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