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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Muiiiiiitoooooo cuidado com os cabeleireiros que escolhem...

 O cabelo de uma mulher é um dos elementos mais importantes da sua imagem e parte essencial da sua autoestima, no que concerne ao seu aspeto físico. Também é certo e sabido que o bem estar físico afeta o nosso interior e vice-versa, portanto, conclui-se que aqueles singelos fios que saem da nossa cabeça têm mesmo importância para nós... e para eles também porque é um dos elementos que mais apreciam no universo feminino.

 

Vai daí que quando temos um "bad day hair", é natural que "só" isso já seja suficiente para andarmos de trombas... Agora, quando o problema é ainda maior, não estaria a exagerar se dissesse que até pode levar ao estado depressivo...

 

Portanto, a escolha de quem lhe toca, quem o penteia, quem o corta e, sobretudo, quem lhe põe produtos químicos em cima (sejam eles de cor ou forma) é de suma importância. Não é à toa que as mulheres vão anos a fio ao mesmo profissional de cabelo. Quando gostam do serviço, dificilmente mudam, a não ser que surja algum problema.

 

Ir ao cabeleireiro, para mim, é uma autêntica seca e perca de tempo. Não é uma festa como os homens (ou outras mulheres) pensam que é. Regra geral, temos sempre que esperar para qualquer coisa: ou para lavar, ou que venham cortar, ou que o creme ou a coloração faça efeito, que se acabe outro serviço para virem terminar o nosso, para pagar, para acabar de fazer a última fofoca... etc... Ah... e pagamos bem (se for um serviço bom, com produtos que não estraguem o cabelo, pelo menos).

 

Tudo isto, já é mau, mas se as coisas correrem bem... a lista que enumerei é o preço para aumentarmos a nossa autoestima. O problema, é quando a "coisa" corre mal... e acreditem que pode mesmo correr muiiiiiiitooo mal, ao ponto de pessoas ficarem com peladas para o resto da vida, queimadas e outros que tais. Não indo a tais extremos, só no meu círculo de amizades, tenho visto "maravilhas" como: cortarem demais o cabelo (o mais comum - devem ter inveja de quem tem cabelo mais comprido que elas ou eles...); fazerem um mau corte (tipo: mais de um lado que do outro); más ondulações (tipo caniche); ao fazerem madeixas deixarem um risco; não acertarem na cor; porem o cabelo verde ou cor-de-rosa; e, claro, estragarem o cabelo de alguma forma.

 

Com estas novas técnicas de "ombré", californianas e afins, então, é só asneiras... Portanto, muito cuidado com quem escolhem... Ah... E não adianta escolherem o cabeleireiro XPTO da moda, careiro como o c..., que promove eventos e dita "tendências", que diz que tem o curso de colorista e que até põe fotos de trabalhos da concorrência mal feitos no facebook do seu salão para mostrar que "ele é que é" e os outros não sabem...

 

Estes são os piores! Na teoria, escolhes o melhor para fazer a tua grande "mudança" porque não queres que te estraguem o cabelo. Na prática, pagas "couro e cabelo" (literalmente) para saíres de lá com o cabelo tipo "chiclet" todo estragado e feio, porque o "colorista da treta" nem te soube fazer o pedido. Ou seja, entras com um bom cabelo e bonito e sais feia, com o cabelo detonado e sem um tostão. Mais te valia teres ido à "Maria da esquina", que tinhas pago 1/3 e não te tinha estragado o cabelo...

 

Foi o que aconteceu ainda há pouco tempo a uma amiga minha de Aveiro. Um destes "profissionais" estragou-lhe o cabelo todo ao tentar fazer um trabalho que ela pediu. Nem fez o trabalho (porque não foi nada do que ela pediu) e o cabelo ficou sem solução... O mínimo que era expectável de um verdadeiro profissional era: 1º: devolver o dinheiro de um serviço que não fez; 2º responsabilizar-se pelo tratamento do cabelo que estragou. Antes disso tudo, um sincero pedido de desculpas. O que é que o dito cujo fez, em vez disso...? 1º Negou que o serviço estava mal feito. 2º Perante os factos inegáveis, disse que tinha avisado que o cabelo iria ficar sensibilizado. Ora, sensibilizado não é nem sequer conseguir penteá-lo... 3º Quando percebeu que a minha amiga não estava a brincar, para "não ficar mal na fotografia" ofereceu-lhe um tratamento único qualquer no salão (como se isso lhe salvasse o cabelo...) e... mudar-lhe a cor! Só uma pessoa desprovida de cérebro deixaria que voltasse a mexer no seu cabelo quem o estragou...

 

Em suma... na minha opinião, um cabeleireiro deve ser escolhido, em primeiro lugar, pelo conhecimento de trabalhos feitos a pessoas conhecidas, que nós vemos ao vivo e a cores. Só assim, temos real noção do seu trabalho e da forma como se relaciona com os seus clientes. Não adianta irmos pela reputação e muito menos pelo "cachet" que leva dos seus trabalhos ou pela exposição nos "media". E lembrem-se, queridos cabeleireiros: ser um bom profissional é também saber admitir erros (afinal de contas, somos todos humanos). A minha amiga ficou com o cabelo estragado, mas o incompetente que o fez também não se livra de uma publicidade altamente negativa...

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