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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Quando se arruma o armário... coisas positivas e negativas

 

Não, o artigo de hoje não é para dar dicas de "como arrumar o armário". Isso até seria um bom tema (quem sabe, futuramente), mas não é o tema de hoje...

 

Há muita gente que insiste em separar a roupa de verão e de inverno. Se é por falta de espaço, ainda entendo, se não, não consigo compreender como o conseguem fazer. Eu não consigo. À exceção de casacos grossos compridos, camisolas grossas de lã, camisolas interiores, meias de lã, galochas e outras peças de vestuário de tecido BEM grosso, não sei como traçar assim uma linha clara entre o que é de primavera-verão e o que é de outono-inverno. Ainda para mais quando as fronteiras entre estas estações se têm desvanecido e num dia estamos de verão e noutro de inverno...

 

Portanto, cada vez mais me é difícil fazer estas divisões assim tão drásticas e é-me muito mais cómodo e pacífico (e, sobretudo, prático) manter tudo ali à mão, à minha disposição, ordem e comando. Mas, voltando ao início do texto, foi por me lembrar que há muita gente que obriga a roupa a fazer "swing", que me lembrei de outra coisa.

 

É nestas alturas, também, que as pessoas aproveitam para fazer uma "limpeza" ao armário, doando ou deitando fora o que já não serve mais por vários motivos diferentes: ficou fora de moda, está estragado ou... não serve nem vai servir mais nem que o Tallon voltasse a fazer "milagres".

 

Nos dois primeiros casos, o processo é pacífico, já no último, requer coragem, paciência e várias sessões. Sim, porque a pessoa não consegue mandar logo tudo imediatamente para fora...

 

Primeiro, vem a fase da "negação". A pessoa deixa ficar ali uma série de roupa porque vai emagrecer e voltar "ao normal". Fica até com as coisas que até já nem entram, quanto mais apertar!

 

Depois, a tipa lá se vai dando conta que o normal já vem sendo outro... Manda fora metade das coisas e fica com a outra metade, a metade que entra, mas já não aperta.

 

Por fim (este processo pode levar de meses a anos) lá abre os olhos e vai tudo a eito...

 

Positivo: encontrar coisas antigas (acessórios que não têm que caber num corpo, entenda-se...) que já nem se lembrava que existiam.

 

Negativo: dar-se conta que já não se é nenhuma "sereia".

 

Positivo e negativo: ir às compras de roupa do novo tamanho, o que é negativo porque temos que gastar dinheiro e positivo porque renovamos o guarda-roupa.

 

E sim, estava a falar com "conhecimento de causa", embora a grande revelação não tenha chegado agora, mas sim, no verão. Se custou a engolir? Claro que sim! Na altura, fiquei um bocado "em choque". Nem me tinha dado conta, graças às calças de esticar enganadoras que muito usei no inverno passado...

Se já me desceu? Claro que sim! Há coisas muito piores que essa e não vou passar fome, nem matar-me num ginásio para perder uns quilos próprios da idade. Não é que eu não preferisse a minha antiga forma... Simplesmente, acho que prefiro gastar o meu tempo e a minha energia noutras coisas. Para mim, não vale o esforço. Mas, cada um, saberá o que lhe fará melhor... O fundamental é sentir-se bem consigo próprio.

 

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