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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Já foram votar hoje????

 

Se ainda não foram, não se esqueçam de ir. Por favor, não se demitam das vossas responsabilidades de cidadãos! Sim, não é só reclamar que isto ou que aquilo... É preciso, no momento certo, cumprir também com a sua parte na democracia em que vivemos! E o dia, é este!

 

Larguem o sofá ou o passeio domingueiro e mexam esse rabo até às urnas, se faz favor! E não se esqueçam de levar o vosso CC e cartão de eleitor.

 

A democracia agradece!

Da mulher-objeto ao homem-objeto...

 

O papel e o estatuto da mulher tem vindo vertiginosamente a sofrer alterações. Ainda há relativamente pouco tempo proliferavam os anúncios em que a mulher era apresentada como a típica dona de casa, mãe de família, felicíssima por, basicamente, servir o marido de qualquer forma que lhe aprouvesse a ele...

 

 

Mas... as coisas começaram a mudar... Elas começaram a trabalhar e a assumir carreiras profissionais também. O dinheiro começou a entrar e elas começaram a ter mais poder. Ops...

 

Mais tarde, quando a publicidade era dirigida a elas, centrava-se se não fosse em produtos para a casa e para os filhos, em produtos de beleza.

 

 

Mas nesta coisa da publicidade, a mulher foi sempre mais vista como um chamariz para comprar um produto; ou por outra, o seu corpo.

 

 

Deve ser por este tipo de anúncios que os homens sempre quiseram carros potentes e caros. Lá pensarão que será assim que irão ter mulheres destas.

 

Mas o que é certo é que, mesmo na atualidade com toda a discussão que existe sobre igualdade de género e etc e tal, ainda se encontram anúncios machistas como este. E espante-se, duma marca conceituada e ligada a uma classe social superior... Oremos...

 

 

No entanto, estamos a assistir presentemente ao fenómeno contrário. Sim, é o homem giraço, com abdominais definidos à mostra e de cachorrinho ao colo, que executa as tarefas diárias de arrumar e lavar a roupa e é um fofinho que se nos entra pela casa adentro! Mas atenção, um fofinho com um "graaaaande segredo" como ele diz...

 

 

 

 

Ou ainda o da planta, que tem em comum os belíssimos abdominais e a carinha laroca, mas este cozinha e apresenta-se em 50 sombras de Grey, mas se repararem é ela quem domina e o faz de seu escravo...

 

 

 

 

Um lava e passa a roupa, o outro cozinha... Fica difícil escolher, não...?

 

Como diz a minha avó: "Ai se os antigos viessem ao mundo..." (ou por outra, as antigas... )

 

 

Os amores de verão versus os amores que acabam no verão

 Hoje o meu post é sobre amores de verão, ou melhor, os amores que acontecem no verão e os que terminam no verão, que são duas coisas muito distintas.

 

Os amores de verão costumam trazer-nos um sorriso quando nos lembramos deles. Acontecem nas férias, costumam ser intensos e apaixonados, mas ficam lá enterradinhos na areia e nos nossos corações porque nos damos conta que aconteceram em circunstâncias excecionais e que não sobreviriam à lufa-lufa do dia a dia e às exigentes rotinas profissionais e até sociais. São amores que resultaram num determinado contexto de descontração e diversão e não aguentariam no quotidiano. Muitas vezes, até acarretam um afastamento físico e nada de bom traríam se continuassem. Como ocorreram num ambiente positivo e não tiveram um fim traumático, guardamos quase sempre um carinho especial por eles, na ilusão de que era perfeito, porque não sofreu o desgaste de uma relação "normal".

 

Já os amores que terminam no verão são precisamente o oposto. Costumam vir duma relação já desgastada e tão fraca que nem resiste sequer à altura em que há mais tempo para estar a dois. Se calhar, precisamente por esse tempo extra de convívio, os conflitos atingem um patamar em que simplesmente já não dá para suportar o outro. Os dramas sucedem-se e a relação desmorona. Fica-se com a lembrança de umas férias arruinadas e nada de positivo advém desta situação. No entanto, se estiver a passar por isto, lembre-se que se aconteceu é porque já não haveria volta a dar e que é preferível estar só a uma relação que funciona apenas como parte de uma rotina diária.

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