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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Giselle Bündchen: a fraquinha

 Estava eu a enfardar uma bela mousse (sem qualquer complexo de culpa - note-se!), já no final do meu almoço, em frente à televisão, quando se me fica atravessada a bela da sobremesa por causa do que estou a ver: a notícia de que a Giselle Bündchen se ia reformar...

 

1º - Isto é uma "notícia"? (Não estava a assistir ao «Jornal cor-de-rosa»...)

2º - Isto é "notícia" que se dê nestes tempos de crise e em que cada vez mais aumentam a idade da reforma... (se a houver...) é que a mulher tem 34 anitos e não joga futebol...

3º Volto a insistir: mas quem é que nestes dias se reforma linda, jeitosa e sem artrite?

4º Mas porque é que passam estas imagens do corpão dela à hora do almoço?... (a minha mousse nem repousou em paz no estômago...). Devem ter feito um acordo com os ginásios... só pode!

 

Então, é assim: é ridículo uma pessoa no seu auge "reformar-se". Se ainda estivesse com algo caído ou tivesse ganho uma cicatriz no meio da cara... enfim...

 

Tenho ainda a dizer que ela é uma fraquinha! Sim, minha menina, "você" não passa de uma franguinha, muito longe das verdadeiras "top models" como a Linda Envangelista, Noami Campbell, Christy Turlington, Cindy Crawford e outras que, com quase 50 anos ainda andam por aí a fazerem inveja!

 

Que tenha ganho o suficiente para se retirar e curtir a vida, sorte a dela e azar o nosso... agora, vir dizer que se vai "reformar"... tenha a santa da paciência!!!! Devia ser castigada por uns 10 quilos a mais por essa blasfémia!

Creme de mãos da Benamôr «Alantoíne»

Tanto ouvi falar deste creme de mãos que resolvi experimentar. Podem adquiri-lo em qualquer hipermercado ou supermercado por um preço simpático (cerca de 6 €). Simpático porque não é exorbitante e porque apesar de não ser muito alto, a qualidade do produto até é simpática também. Não é, claro, equivalente ao da Caudalíe de que já falei aqui, mas deixa as mãos hidratadas e tem um cheirinho agradável (se calhar demasiado forte para alguns narizes). Portanto, se não querem fazer um investimento maior, podem sempre adquirir este.

 

Nascida dos Laboratórios Nobre, a Fábrica Nally produz desde 1928 o seu produto mais icónico, o Creme Benamor. Localizada em Lisboa, daqui saíram muitos cosméticos de grande popularidade. De entre uma multidão de clientes fiéis destacaram-se, por exemplo, a Rainha D. Amélia ou Salazar.

 

O nome vem de um dos seus ingredientes (alantoína). A Alantoína é um composto que também existe na camada externa da pele humana e que contribui para a regulação do equilíbrio da água na pele, aumentando a humidade e diminuindo a perda de água da pele. Favorece a proliferação celular acelerando a regeneração da pele lesada,  ou submetida a grande desgaste, como é o caso das nossas mãos.


A lista completa dos ingredientes é esta:

Aqua, Glycerin, Cetearyl Alcohol and Sodium Cetearyl Sulfate, Decyl Oleate, Dimethicone, Parfum, Hydroxyethyl Ethylcellulose, Allantoin, Propylparaben, Methylparaben, Citral, Limonene.

 

Ah! E é um produto nacional, portanto, estão a contribuir para melhorar a economia do nosso país...

 

 

Filme: «O diário da nossa paixão»

 Se não conhecem este filme, é obrigatório que o façam. Este é, sem dúvida, um dos filmes que mais me comovem. O mesmo se pode dizer do livro em que se baseou:

 

 Claro que já sabemos que as adaptações para o cinema são sempre diferentes dos livros e tal e tal... Portanto, vejam o filme e depois leiam o livro, que é o melhor, embora o filme esteja muito bem conseguido.

 

Já se sabe que apelidam o Nicholas Sparks de "pinga-amor" e que a escrita dele é comercial e etc, etc, mas eu estou-me a marimbar para essas tretas todas. O importante de um livro é que nos toque de alguma forma. Aliás, isto é extensível a qualquer forma de arte seja a escrita, o teatro, a música, a dança, a pintura e o cinema, claro. Que nos toque e que nos faça pensar.... e depois de isto tudo, que nos faça agir. Pronto, vou deixar estas teorias que cheiram a Brecht e voltar ao trilho.

 

Este filme fala-nos sobre o amor. O amor eterno. Aquele que ultrapassa tudo e supera o mais difícil... mas também aquele que incendeia, que nos consome, que nos faz sofrer... em suma... o amor.

 

No filme é-nos contada uma história já muito batida de um rapaz pobre e uma rapariga rica que se apaixonam e cuja relação é interrompida por causa dos pais dela. Mas não é só isso... é muito mais. Com Noah, Allie transforma-se numa criatura livre que toma as suas próprias opções e é respeitada por isso. Com o tempo de afastamento, ela acaba por encetar uma relação com outro homem, mas a imagem de Noah paira sempre na sua cabeça.

 

7 anos mais tarde, a vésperas do seu casamento, ela encontra-o e os dois revivem o que viveram e vivem o que ainda lhes faltava viver. Apesar das tentativas frustadas da mãe para que ela faça "a escolha certa" e se case com o seu noivo, ela escolhe a liberdade e fica com Noah...

 

O filme (e o livro) chamam-se assim porque se trata de um diário de Allie. Um diário que ela escreve sobre o amor deles à medida que vai ficando demente... A leitura dessas páginas onde está escrita a sua história vai trazendo miraculosamente Aliie à realidade, nem que seja por uns minutos...

 

E não me venham dizer a mim que este amor não existe. Existe, sim. O amor para sempre existe. Pode não ser para mim, ou para ti, mas que anda aí, anda. Ainda há uns dias presenciei a morte de uma senhora que estava casada há 60 anos com um homem que até cabelo arrancou de desespero por perder o seu amor. Eu estava perto e vi. Vi. Ele anda por aí... há que saber agarrá-lo na altura certa...

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