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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Sérum «Isofill» da Uriage

 Já aqui falei sobre séruns e sobre um, especificamente. Confesso que fiquei fã de mais este produto (o sérum, em geral) porque, na verdade, creio que tem os seus (bons) efeitos. Escolhi este porque se adequa ao meu tipo de pele, mas outros existem para quem tem outras características e outras idades:

 

 Há linhas específicas para os vários tipos de pele que podem consultar aqui.

 

Mais informação: «Uriage Isofill Sérum Intensivo» é um cuidado anti-envelhecimento para o rosto. De textura fluída e de rápida absorção, combate o envelhecimento cutâneo, esbatendo as rugas instaladas. Pode ser usado em pele intolerante ao rétinol e/ou alfahidroxiácidos. Sem parabenos. Hipoalergénico. Não comedogénico.Testado oftalmologicamente.

 

Tanto este como o da Caudalíe são bons investimentos.

Jorge Amado, o baiano

 Para quem ainda não conhece, ou para (re)lembrar quem já o leu, aqui fica a deixa para (re)descobrirem este autor. Para quem não é muito amigo dos livros, mas gostou de novelas como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Tenda dos Milagres, Tieta do Agreste, Gabriela, Cravo e Canela e Teresa Batista Cansada de Guerra, está na hora de conhecer a verdadeira fonte destes enredos.

 

Jorge Amado é baiano na sua vivência e na sua ficção e deixou caracterizados para a eternidade os costumes, as cores, os sabores e os cheiros da Baía, em cerca de 50 livros. É um dos autores brasileiros mais adaptados para o cinema, o teatro e a televisão e foi galadoardo com diversos prémios, incluindo o Prémio Camões. O escritor foi, aliás, membro da Academia Brasileira de Letras.

 

Se quiserem saber alguma coisa mais sobre o estilo de Jorge Amado podem ver aqui.

Através da escrita deste autor podemos "visitar" a cultura e as vivências do povo, aliás, "povão" brasileiro, com mais incidência nas camadas mais desfavorecidas (que é a esmagadora maioria da população brasileira). As crenças, os cultos e as festas populares aparecem a par da miséria, do abandono e do desespero dos que vivem à margem, de classes sociais desfavorecidas.

 

Aqui ficam algumas obras a não perder:

 

 

Bralettes, Strappy Bras e afins

 Esta moda dos bralettes, strappy bras e afins leva-me a refletir mais uma vez sobre a possibilidade de me converter em muçulmana como podem ver aqui...

 

Mas, enquanto a lista dos contras começar logo pela perda da minha liberdade, resta-me continuar o calvário de tentar eliminar o que me impede de seguir esta moda.

 

Fundamentalismos à parte, aqui ficam algumas sugestões para as felizardas que podem mostrar certas partes do seu corpo (pode ser que, um dia, chegue lá...).

 

Para as menos esforçadas (como eu...) há sempre a possibilidade de conjugarmos estas peças com camisolas e vestidos menos reveladores e mais condizentes com a nossa apetência para a boa mesa.

 

Ah... Não é preciso explicar que com mais tira ou menos tira, mais ou menos aparência de soutien se trata de roupa interior para ser vista, certo...?

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