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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Me gusta: tónico «Eau roma water» da Lush

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Hoje trago-vos um dos produtos da Lush que adquiri já há algum tempo e que tenho vindo a usar. A Lush existe desde 1994 e é uma marca de cosméticos feitos à mão a partir de frutas e vegetais orgânicos. Os produtos utilizados são frescos sendo, portanto, mais eficazes e feitos com menos conservantes. O aspeto e o cheiro dos produtos desta marca também são características importantes. A Lush não faz testes dos seus produtos em animais, usa embalagens minimalistas e, sempre que possível, biodegradáveis. Adota processos não poluentes nas suas fábricas, resultando em produtos de alta qualidade sem agredir o meio ambiente. Toda a água das suas fábricas é tratada e reutilizada. A marca é contra os testes animais e tem um projeto chamado Lush Prize que anualmente concede um prémio em dinheiro para cientistas que promovem grandes avanços em remover a necessidade de animais em testes de toxidade. Os produtos são 100% vegetarianos, 83% veganos, 60% sem conservantes e 38% livres de embalagens.

 

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Em Portugal, há algumas lojas físicas, mas eu comprei na virtual aqui porque só há em Oeiras e em Lisboa.

Este tónico «Eau water roma water» é um dos produtos que experimentei e gostei. O frasco de 100 g custa 5,95€ e o de 250 g 10,95€. Comprei o mais pequeno para ver se gostava. Reza assim na sua descrição: Tónico herbal para pele seca, envelhecida ou sensível. Água de rosa tem sido usada em tratamentos faciais desde há 2000 anos, não por causa dos "lipossomas" ou essas coisas porque ainda não tinham sido descobertas, mas porque deixa a pele refrescada e macia. A lavanda ajuda a pele a produzir a quantidade ideal de sebo para a deixar flexível. As senhoras abastadas na Antiga Roma usavam algo semelhante quando iam aos Banhos públicos. Tem um cheiro delicioso, resulta, e está agora disponível para aqueles que não são assim tão abastados!

 

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Ingredientes

Todos os nossos ingredientes são adquiridos por fornecedores que não testam em animais

Água de Lavanda (Lavandula angustifolia), Água de Rosas (Rosa damascena), *Limoneno (*Limonene), *Linalol (*Linalool), Perfume (Perfume), Metilparabeno

     Ingredientes Naturais      Sintéticos seguros

 

Gosto da possibilidade de borrifar diretamente na cara ou poder fazer como o modo tradicional, no algodão. É um produto ótimo tendo em conta a qualidade/ preço e outros existem para tipos de pele diferente. Na minha, funciona na perfeição, a um ótimo preço e sem a culpa de estar a contribuir para piorar o meio ambiente ou a magoar animais. Uma boa compra, sem dúvida!

 

Ah! E aquele desenhinho que aparece no frasco é a responsável pela produção do produto. No meu caso, foi a Nicky. A informação costuma estar em todos os produtos.

Músicas da minha vida

 

Há um programa na TSF em que personalidades convidadas apresentam a "banda sonora" da sua vida. Por vezes, oiço este programa que, regra geral, costuma ser interessante. A pessoa escolhida faz uma breve introdução sobre a música que vamos escutar, explicando as razões de eleição daquela canção. Muitas vezes, e como o programa não é eterno, escolhe-se apenas uma música de um artista ou banda para representar todo o conjunto de canções. Há razões pessoais, históricas, políticas, sentimentais, profissionais e outras coisas mais para a escolha de cada uma delas.

 

Mas, às vezes, pergunto-me: "Será que esta escolha é real ou, tendo em conta que se tratam de pessoas que estão na ribalta, não haverá por aqui também algum marketing nestas eleições..."? Por exemplo, se a personalidade escolhida fosse o Passos Coelho, não estaria a vê-lo assumir que gostava das Doce (embora tenha sido casado com uma das suas integrantes...) ou o Paulo Portas dizer que gostava da pimbalhada (embora tenha passado toda a campanha eleitoral nos bailaricos...)...

 

Presunções à parte, e como sou uma ilustre desconhecida, resolvi pensar sobre o assunto da minha prespetiva. Tendo em conta que o programa demora cerca de uma hora, decidi escolher 10 músicas que tenham a ver com a minha vida. Ora, limitar a minha "banda sonora" a só 10 músicas é algo muuuuiiiiiiiiiitooooooooooo complicado de fazer. Só da década de 80 e 90 são músicas às paletes... Como também resolvi escrever este artigo agora, sem andar a "dormir sobre o assunto" também é muito provável que descarte alguma muito, muito importante. Mas, paciência. Isto também não é o tratado de Tordesilhas...

 

Também é inegável que as memórias que elegemos dependem sempre do estado de espírito atual. Por exemplo, se eu estivesse apaixonadíssima era natural que fosse buscar músicas relacionadas com o aspeto amoroso (ou se estivesse com "dor de corno..."). Creio que ando, neste momento, naquele estado de espírito "nim". O que nem aquece, nem arrefece, que nem é água, nem vinho. Assim um bocado indiferente. Vamos a ver que memórias me vêm assim...

 

 Ora, claro que, indo buscar uma música da minha infância, não haveria outra que a Abelha Maia, cantada pela Ágata e o Tozé Brito. Apesar de a minha série de infância preferida ter sido a «Bana e Flapi» (da qual completei a caderneta totalmente - obrigada papá), a música que ficou foi esta, sem dúvida. Ouvi-la, dá vontade de saltitar de flor em flor como a Maia. :)

 

Entretanto, na minha infância/ adolescência ouvi muita música clássica, não só porque andava no ballet, como porque andava na música e tinha uma amiga que fez o conservatório (e hoje em dia dá aulas e é reconhecida nessa área). Então, passava horas a ouvir os ensaios ou os devaneios dela. Mas não vou pôr aqui nenhuma específica.

 

 

Durante a minha adolescência começaram a bombar os grandes nomes da pop. Artistas e grupos musicais, com os seus estilos arrojados e desafiadores ao conservadorismo da sociedade. A mais importante para mim...? A ainda rainha da pop: Madonna. A única que desde a década de 80 do século XX consegue estar sempre em cima, graças à sua capacidade de reinvenção permanente. A primeira vez que vi este vídeoclip fiquei vidrada e nunca mais despeguei. God save the queen!

 

 

Juntamente veio o meu amor ao "Génio de Minneapolis" Prince, menos conhecido destas gerações mais novas. Esta música é um dos clássicos deste artista completo. Muito apropriado àquela fase de revolta contra o mundo e "síndrome do incompreendido", típica da fase da adolescência. Aquele sentimento de "alone in a world so cold"... Mas ao menos, eu fui uma adolescente revoltada com bom gosto musical. :)

 

 

E quem é que nos entendia nesta altura...? Claro! Só as nossas queridas amigas. Eu fui abençoada com algumas que ficaram para a vida e passei (e ainda passo) muitas boas noites (e dias) de diversão com elas!

 

 

E depois, chegámos aos noventas e chegam estes novos ritmos ouvidos aos altos berros nos intervalos das aulas. A associação de estudantes da minha escola era exímia em "dar-nos" música... Nessa altura, também proliferavam as discotecas particulares. Aqui havia várias e as faltas eram meticulosamente contabilizadas para não faltarmos às festas... nem chumbarmos de ano... E claro, havia as abençoadas (e bem precisas) horas livres para estarmos com os nossos amigos, irmos a festas e... fazermos asneiras, pois claro!

 

 

E chegamos àquela que é A MÚSICA. Todos têm uma. A minha é esta. Embora fosse mais antiga, só a ouvi já jovem, embora tenha sido banda sonora do filme «Streets of Fire» onde assistimos a um novíssimo Willem Dafoe...

 

Digo que é a canção da minha vida porque reúne um conjunto de razões: o ritmo, que me faz dançar que nem uma louca, a letra que apela à evasão da bestialidade do marasmo e à fruição do momento... e claro... tenho uma história meio louca ligada a esta música e à paixão da minha vida (a primeira, inigualável e imortal).

 

É inevitável: posso ouvir esta música 789000000000 milhões de vezes que a minha adrenalina vai sempre disparar...

 

E com as paixões, vieram, obviamente, as dores de corno, as desilusões e os amores não correspondidos. Muita musiquinha triste ouvi eu... Claro que este é um clássico de uma das minhas bandas favoritas, mas é apenas um exemplo que escolhi dos INXS porque também ouvi/ ouço muita coisa deles.

 

 

E com a universidade vieram novas festas, novos amigos, outros sítios onde passar as férias e muita, muita festa. Esta música faz-me sempre lembrar festa. Apenas isso. Pura diversão. :)

 

 

Com a universidade e novos conhecimentos vieram também novos (antigos) gostos musicais. Tive a sorte de estudar num sítio onde havia discotecas e bares que passavam boa música e não apenas "a da moda". E claro, também existiram outros amores... A letra desta música é simplesmente divina. É a pura entrega.

 

 

Outra música que vem desses tempos e que ficou até hoje é esta. Sempre que a oiço sinto-me feliz (especialmente se estiver apaixonada). Sentir esta música é acreditar que é sempre possível recomeçar.

 

E pronto... esgotei as 10 músicas... Eu não disse que não ia chegar...?

 

E as vossas? Qual é "aquela" música e por quê?

 

Leggings: amigas ou inimigas?

 

Desde há já alguns anos que começou esta febre das leggings e calças justas elásticas.  Embora relutante no início, porque há criaturas que usam verdadeiros pares de meias como se fossem calças (e aquilo dá um mau aspeto desgraçado, pois em alguns tristes casos até se conseguem vislumbrar as bordas das... ditas cujas...), pouco a pouco deixei-me conquistar pela comodidade destes artigos.

 

Um bom par de leggings ou de calças elásticas, para além de melhorar a nossa silhueta (o que é sempre bom) traz algo muito mais vantajoso: é cómodo. Como tem elasticidade, ajusta-se ao nosso "corpicho" e vai-se moldando às pratadas de comida que enfardamos e toneladas de doces que ingerimos. Assim, não é preciso abrir botões para nos sentirmos confortáveis e estamos sempre à vontade... Podemos emagrecer um quilito ou engordar cinco que sempre nos assentará...

 

Contudo, aí é que "mora o perigo"... Aqui há uns tempos, aqui a vossa compincha, lembrou-se de, por um dia, largar os tecidos que esticam e encolhem e vestir uma saia a sério, daquelas com cós e tal... Ora, adivinhem lá... Pois, claro está que não a consegui vestir, por mais acrobacias que fizesse... É que, à custa de não se usarem tecidos sem elasticidade, a malta vai engordando, feliz e ignorante das suas banhas...

 

Em síntese: não sei se ame estas peças elásticas, porque me sinto confortável e elegante com elas; ou se as odeie, porque camuflaram o alargamento, não me dando conta da realidade e agora, "está a tenda armada"!

 

E vocês?...

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