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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Me gusta: Creme de contorno de olhos: "Fabulous eye cream" da MyChelle

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A MyChelle é uma marca de cosméticos americana que se diz "vegan", ou seja, que respeita os direitos dos animais e que produz produtos naturais, sem químicos prejudiciais. Este é um dos seus produtos: um creme para o contorno dos olhos para hidratar e pele e reduzir as rugas.

 

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A fómula está enriquecida com "edelweiss" (a flor da música do filme «Sound of Music» - porque é a flor nacional da Aústria...), pé-de-leão (que tradução tão feia... gosto mais do original...), que tem propriedades refirmantes e redutoras de rugas, enquanto protege as células da pele e estimula a produção de colagénio.

 

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Também contém ácido hialurónico de fontes naturais que contibui para aliviar as rugas e mater o filme hidrolipídico da pele. Ao mesmo tempo, contém antioxidantes (que atrasam o envelhecimento das células) de plantas que melhoram a produção de colagénio e estimulam a circulação e oxigenação dos tecidos da pele, enquanto o extrato de pepino acalma e arrefece a pele irritada.

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Aqui têm a lista completa dos ingredientes:

 

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Este creme natural é clinicamente comprovada para reduzir a profundidade das rugas em 15% e suaviza a área do contorno do olho para uma aparência mais saudável e jovem. Dica: também pode ser utilizado ao redor dos lábios para suavizar linhas.

 

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Tem uma consistência e cheiros um pouco diferentes dos outros cremes, mas muito agradável. Podem comprar aqui em promoção por 20,80€.

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Depois de ter experimentado este creme fiquei com bastante curiosidade para conhecer mais produtos desta marca. Agrada-me que, para além de serem bons produtos, sejam uma marca "vegan", com recurso a elementos naturais e vegetais (que são os melhores), sem químicos e outras substâncias que nos são nefastas. (Até o papel das embalagens deles é 100% reciclável).

 

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Por ser Dia da Criança... 5 séries da minha infância

 Como hoje é Dia da Criança, lembrei-me de ir ao baú e desencantar algumas das séries que eu via quando era mais pequenina. Não é que eu tenha crescido muito desde aí... (ainda bem...).

 

Bani e Flapi foi a minha série de eleição. Eu devia ter uns 4 ou 5 anitos e até tive a caderneta de cromos (a única que completei até hoje... obrigada, pais...) e ainda hoje tenho o disco em vinil com a música.

 

 

 "Bana e Flapi" é um anime de 1979, produzido pela Nippon Animation. A série foi inspirada no livro "Bannertail: The Story of Grey Squirrel " de Ernest Thompson Seton, publicado em 1922.

Na parte este dos E.U.A. vivia um esquilinho chamado Bana. Ele vivia na floresta com a sua família. Com a chegada da colonização houve um inevitável corte de árvores. O carvalho onde Bana vivia com a sua família foi cortado e assim perdeu a sua família.
Bana foi recolhido por um rapaz que o levou para a sua quinta e o deixou ao cuidado duma gata, que o criou.
Um dia deflagrou um incêndio na quinta e Bana foi salvo pela sua mãe gata da qual se separou na confusão.
Bana voltou ao bosque de onde viera e aí, graças aos conhecimentos adquiridos pelos homens, salvou os seu amigos dos perigos dos caçadores e de animais ferozes.
Conheceu também outros animais, como Flapi, o seu amigo Cleto, a Doninha, o Picapau, o avozinho Mocho, os divertidos ratinhos Não e Nem e muitos outros amigos.

A série estreou em Portugal em 1980. Aqui fica o genérico, cantado pelo Armando Gama:
 

 

 E como não falar do Sítio do Picapau Amarelo?...

 

 

O cenário principal é um "sítio", batizado com o nome de Picapau Amarelo, de onde vem o título da série, onde mora Dona Benta, uma velha de mais de sessenta anos que vive em companhia de sua neta Lúcia, ou Narizinho como todos dizem e a empregada Tia Nastácia. Narizinho tem como amiga inseparável uma boneca de pano velho chamada Emília, feita por Tia Nastácia. Em um dos capítulos de Reinações de Narizinho, Emília começa a falar graças á pílula falante do Doutor Caramujo, um médico afamado do Reino das águas claras, um palácio que fica no fundo do ribeirão do sítio. Durante as férias escolares, Pedrinho, primo de Narizinho, passa uma temporada de aventuras no Sítio. Juntos, eles desfrutam de aventuras explorando fantasia, descoberta e aprendizagem. Em várias ocasiões, eles deixam o sítio para explorar outros mundos, como a Terra do Nunca, a mitológica Grécia Antiga, um mundo subaquático conhecido como Reino das Águas Claras, e o espaço exterior.

 

 

De seguida, apresento A Corrida Mais Louca do Mundo.

 Foi um dos melhores produtos dos estúdios Hanna-Barbera, com um grande sentido de humor e personagens muito carismáticas.
William Hanna e Joseph Barbera basearam-se no filme de Blake Edwards, "The Great Race", para criarem este desenho animado onde um grupo de personagens diferentes competia para vencerem cada etapa numa corrida onde tudo era permitido, e onde uma dupla se destacava, a do Dick Detestável (ou Vigarista no Brasil) e o seu cão Mutley (conhecido pelo seu riso) que faziam todo o tipo de trafulhices para vencerem.
 A série foi transmitida em Portugal pela RTP em 1985 na sua versão original legendada em Português.

 

Tinha de falar também na Abelha Maia, certo? Cujo disco também cá anda em casa, cantado pela Ágata e pelo Tozé Brito.

 

 

Maia é uma jovem abelha corajosa, divertida e curiosa. Após o seu nascimento, Maia e as outras jovens abelhas vão à escola para aprender todos os deveres e perigos das abelhas. Mas Maia só pensa em explorar a floresta e conhecer todos os seus habitantes e segredos. Apesar dos avisos da Professora Cassandra, Maia abandona a Colmeia para ir à descoberta da floresta na companhia do seu melhor amigo Willy. As aventuras de Maia são seguidas pelo gafanhoto Flip, pronto a ajudar.

A série estreou na RTP em 1978 com dobragem portuguesa. A segunda série passou na RTP no inicio dos anos 80, também com dobragem portuguesa.

 

 

E, por último... Tom Sawyer.

 

É uma série japonesa que foi introduzida em Portugal em 1986.

Tom Sawyer é um rapaz do campo, muito traquinas, que vive em casa da tia Polly, com o irmão Sid e a prima Mary. É com o seu melhor amigo, Huckleberry Finn, um rapaz pobre e preguiçoso, que Tom partilha as suas maiores aventuras. Os dois perseguem javalis, brincam aos piratas no Rio Mississipi, e estão constantemente a pregar partidas. No meio de tanta agitação, ainda têm tempo para namoros, conhecer o perigoso Joe o Índio, e procurar um tesouro perdido. Baseado no romance de Mark Twain, As Aventuras de Tom Sawyer estão cheias de emoção, amizade e diversão. (Há ainda alguma coisa de Tom Sawyer em mim...).

 

 

E aí estão cinco magníficas séries que vão ajudar a relembrar a criança que há em cada um de nós... Feliz dia!

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