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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Verniz «Peel Here» da OPI

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Hoje trago-vos um verniz de que gosto muito. Trata-se do «Peel Here» da OPI. Já aqui vos havia falado do quanto eu gosto destes vernizes pela qualidade e pelos tons que podemos encontrar.

 

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Aproveitem os restinhos de saldos para comprar alguns em promoção na Sephora ou na Perfumes & Companhia, como foi o caso deste.

 

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 Como podem ver este tom é um laranja escuro brilhante. Na fotografia está com duas camadas. Se quiserem aplicar três, fica um tom mais escuro. E não se esqueçam sempre de aplicar uma boa base e um "top coat" para o verniz durar mais. Para secar mais rápido costumo usar o óleo de secagem da Sephora ou o secante em spray.

Sobre os incêndios

 

 

De cada vez que o país é servido em espeto como frango de churrasco, só me vem à cabeça a cena retratada no Quo Vadis do Imperador Nero a cantar com a sua lira, depois de ter ateado fogo a Roma para implementar um projeto megalómano... Embora os historiadores desmitam esta versão (criada pelos cristãos que eram odiados pelo imperador), o certo é que a cidade ardeu durante seis dias, afetando dez das catorze zonas da cidade, matando e reduzindo a escombros o que apanhou.

 

Na atualidade, teorias da conspiração ou não, vai-se lendo por aí sobre outros projetos megalómanos que pretendem ser implementados e de "imperadores" desta ou daquela área que vão fazendo a sua riqueza à custa da devastação alheia. Para ajudar à desgraça, continua a não ser dada a devida importância ao ordenamento do território e à efetiva prevenção de incêncios, bem como à prontidão e eficácia de combate dos mesmos. Por outro lado, continua a impunidade: de quem não limpa devidamente o que lhe compete e de quem provoca os incêndios.

 

Haveria que punir com mão de ferro a título de exemplo quem prevarica: incendiários, proprietários que não limpam os seus terrenos e quem lucra com os incêncios. A estratégia de prevenção aos incêndios deveria ser pensada e implementada. Sim, não me venham com tretas a dizer que já existe... Quanto ao combate, envolver todos os meios disponíveis, incluindo o exército português e respetiva força aérea. Contudo, teria de ser um dispositivo bem pensado e consertado para não haver hesitações e sob um único comando. Ser humilde e pedir ajuda externa atempadamente também me pareceria bem. Afinal de contas, os turistas levam um péssimo cartão de visita de Portugal com o que se está a passar... Ficam espantados, sobretudo porque não vêem meios a ser accionados... E o principal... vontade política governamental para promover tudo isto e um ordenamento do território menos dependente de subornos alheios...

 

Ah... e posso só dizer mais uma coisinha...? Ajudem, se quiserem e o puderem fazer. É muito nobre, de facto... Agora, se o fazem com uma foto sorridente ao entregar isto ou aquilo com uma fotografia sorridente e pensada e uma empresa ou pessoas marcadas na mesma... deixa de ser nobre e passa a ser aproveitamento da miséria alheia...

 

Nobreza a sério têm os bombeiros, os membros do exército, os populares e todos mais que se oferecem ANONIMAMENTE para ajudar no que conseguem. Esses sim, são grandes e merecem a coroa de louros que os imperadores usaram...

 

Reeditando "antiques": «Como distinguir um gay de um metrossexual? – algumas propostas e considerações a respeito

 

Ora aí está uma questão bastante pertinente, nos dias que correm.

Está a amiga, muito entretida numa qualquer festa e conhece o homem da sua vida. Ele é tudo o que sempre sonhou: boa aparência, inteligente, culto, meigo e bem-humorado. Só existe um pequeno senão… é gay

Às custas dessa má experiência, começa a olhar de revês para tudo o que é homem que cuida muito da sua aparência, se vista extremamente bem, tenha umas gargalhadas algo histéricas e saiba cozinhar. Mas será que todos os homens que têm estas características são gays? E que os “feios, porcos e maus” é que são os másculos? Desengane-se. Se as coisas fossem assim tão simples, o mundo não era mundo. Os gays são como os hetero. Há de todos os jeitos e feitios. Desde os feios, porcos e maus, até aos que roçam o feminino e os que se tornam mesmo no feminino (transsexuais), ou os que se vestem de mulheres (travestis).

É que estas coisas têm muitas categorias e muitos segredos. A melhor maneira de os perceber é tornar-se amiga deles, coisa que recomendo. Tenho alguns, (muitos, mesmo, mais do que possa "parecer"...) e digo-vos uma coisa: até hoje são os únicos homens que nunca me desiludiram. E digo homens, porque, apesar de serem gays, a regra é não o deixarem de ser. Capish?

 

Ora, então, vamos começar por definir, da melhor maneira possível, as coisas: o que é um metrossexual?

A palavra metrossexual é nada mais nada menos que a junção de metropolitano e heterossexual, sendo o seu significado um homem urbano que cuida excessivamente da sua aparência, investindo em boas marcas de roupa, cabeleireiros (em vez dos costumeiros barbeiros - embora este conceito esteja agora a reviver), manicure, pedicure, estética a vários níveis, como cosméticos, depilação, bons perfumes, etc. Portanto, tudo o que a mulher socialmente sempre foi "forçada" a praticar, se se quiser considerar "uma fêmea na sua plenitude"... O primeiro destacado desta estirpe foi David Beckham. E agora? Vão dizer-me que o homem é gay? Casado com a Vitoria e pai de 3 filhos, fora a carrada de amantes que já teve (ou tem)? Não me parece… E mais: o gajo joga futebol. O desporto macho por natureza! (lolada...)

Quanto a gay, a palavra deriva do termo francês arcaico "gai" e designava uma pessoa alegre, espontânea, bem disposta. O seu significado evoluiu radicalmente nos EUA, passando a designar alguém que gosta de pessoas do mesmo sexo, homossexual, seja homem ou mulher.

O que pode acontecer é um gay ser também metrossexual. Agora, um metrossexual não é forçosamente um gay.

Já agora: sabe qual é o contrário de metrossexual? É o retrossexual. O gajo que gosta de futebol, cerveja, carros, etc. Talvez lhe possamos chamar o “macho latino”, aquele de “pêlo na venta”, o durão (não o Barroso, esse nem sequer teve tomates para levar o seu governo até ao fim…).

 

Agora que já chamámos as coisas pelos nomes, vamos a algumas considerações.

Há muita gente gay, hoje em dia. Mais do que você pensa e quem menos você espera. Acredite. Até parece que "está na moda"...

Outra coisa: quem “vira” não torna a virar. Já reparou neste pormenor deveras importante? Não conheço ninguém que tenha cruzado a barreira e tenha vindo de volta. Se fosse assim tão mau, havia antídoto. Mas ao que parece, nunca ninguém o tomou.

Claro que no meio disto tudo, ainda há os bi. Os que comem carne e peixe. Os bissexuais; estes, devem consolar-se, porque a oferta é sempre muito maior. Sortudos…

Dentro dos gays, existem os que sempre o foram e os que mudaram de equipa a meio do jogo.

A propósito disto, um pequeno parêntesis: não queira saber qual é a sensação de um ex nosso virar gay. É indescritível. Ainda por cima quando é um dos vossos amigos gays que vos conta como lhe deu a queca. E quando ele continua a fazer-se passar por hetero… dá uns nervos… parêntesis fechado.

 E ainda há os que fingem ser hetero (casados, com filhos e tudo) e são, na verdade, gays (frustrados, pois claro...).

Normalmente, os gays têm os seus locais muito próprios (já foi mais assim...). São os locais onde eles costumam caçar. É que o mundo deles é muito mais fechado que o nosso e, por norma, acabam por ser um pouco mais promíscuos, devido a isso mesmo. É como que um circuito.

Por outro lado, isso faz deles muito mais unidos. Ajudam-se muito. Qualquer coisa que seja precisa há sempre “uma irmã” pronta a ajudar. E nestes circuitos pára muita gente poderosa, pode acreditar. Muito poderosa, mesmo.

Mas isto não significa que os gays se fiquem pelas suas reservas de caça. Pelo contrário. Saltam delas muitas vezes, mas na maior parte das vezes é apenas para observar. Quando, por acaso, encontram alguém nesses locais que também seja gay, a abordagem faz-se de uma forma muito mais discreta, para que não haja “ondas”. Já as abordagens nas suas zonas são muito mais interessantes e criativas. Só vendo, mesmo.

 

A verdadeira questão: como distingui-los?

Podia dar-lhe algumas dicas que eles próprios me ensinam, tipo: “para veres se um homem é gay, pergunta-lhe o que ele tem nas mãos. Se ele virar e encurvar os dedos para cima é porque é.”

Na realidade, não me acredito nestas dicas. São piadas. Eu acho é que eles têm um faro próprio para se reconhecerem. Com a convivência, apanha-se este dom do faro, mas sempre em grau inferior. Até porque qualquer pessoa é um gay em potencial. É-se hetero até se tornar gay, certo? E este deslumbre dos homens por sexo anal, só pode querer indicar alguma coisa… (Ah!Ah!Ah!)

Portanto, o melhor sistema para não se deixar iludir por um gay, é juntar-se a eles. Vai ver que não dói nada, que são óptimas pessoas, como todos os outros e que aprende, de certeza, qualquer coisa com eles. Experimente.

 

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