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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Até já, David! O teu legado será eterno...

 Seria possível deixar este dia em branco sem escrever (nem que seja) umas míseras linhas de palavras sobre o mais camaleónico de todos os artistas masculinos...? I don't think so...

 

 Ouço David Bowie desde que me lembro de ser gente. Tive a sorte de crescer numa casa onde havia bastante diversidade e cultura musical (e discos, carradas de vinil que hão de fazer parte da minha herança...) e, embora não compreendesse desde cedo a profundidade das letras das suas canções, sempre me intrigou a figura e me fez mexer a música.

 

 Com os anos, a maturidade e a experiência de vida, fui gostando cada vez mais deste artista. Sim, porque David não é apenas um cantor. É um artista completo. Para além da música, da passagem também pelo cinema e outras facetas artísticas, Bowie foi também agente social. Apoiou movimentos como a libertação gay, influenciou a moda, a performance musical e a forma de expressão de numerosos artistas.

 

Mas, como eu dizia no início do artigo, estas são apenas umas míseras linhas de palavras de homenagem ao grande David Bowie, cujo legado perpetuará. Aqui ficam algumas das músicas que mais gosto dele. Long live!

 

 

 

 

 

 

As letras "sui generis" dos GNR

 Os GNR, o nosso adorado e resistente grupo nortenho (com já 30 anos de carreira), lançaram um novo álbum; desta feita, intitularam-no de «Caixa Negra». Se ainda não conhecem, podem ouvir aqui a música que lhe dá nome:

 

 Já ouviram? É que para perceberem bem o que quero dizer no post convém ouvir com atenção, pelo menos, uma das músicas deles. Pode ser esta ou outra qualquer...

 

Já está? E então o que é que acharam?...

 

Hum... É que tirando raras, raríssimas exceções, a minha relação com as canções deles é a seguinte:

Primeiro, ao ouvir pela primeira vez, a pessoa gosta bastante do tema musical (entenda-se a parte instrumental, ritmo, melodia, etc.) e ouve aqui e ali parte da letra e fica a pensar qualquer coisa tipo "grande som", a música está muito gira.

 

No entanto, quando se vai ouvir REALMENTE a letra da música de fio a pavio, entende-se na generalidade o teor da mensagem, mas fica-se com a sensação que aquilo não faz muito sentido.

 

O passo seguinte, é procurar metáforas e outro tipo de recursos estilísticos e tentar decifrar significados ocultos...

 

Depois de bater mal com este processo, chega-se, enfim, à conclusão que aquilo não tem, de facto, muito sentido e parece que no meio do processo de composição da letra foram aleatoriamente ao dicionário buscar as palavras que lhes soassem melhor (e que tivessem alguma rima) nem que, no final, a "coisa" não tenha sentido algum.

 

Discordam?... Ouçam então, por exemplo, "Efectivamente" (ainda tinha "c" nessa altura), "Ana Lee", "Morte ao Sol" (ou quase todas...) e digam lá se nao é a sensação que têm... Até esta nova da "Caixa Negra". Deixam de ser, portanto, excelentes músicas e letras? I don't think so...

 

O que é que prova tudo isto...? Que a música e a poesia não têm de fazer sentido completo, não têm de ser todas "explicadinhas". Ficam alí, sujeitas às interpretações de cada um. E porquê? Ora, meus amigos... Porque a Arte imita a Vida....

Música: lado A, B e C (#2) «I drove all night»

Hoje a publicação é sobre uma música que tem várias versões conhecidas. Já aqui tinha feito uma coisa do género. A minha vida sempre foi acompanhada de banda sonora e creio que o mesmo ocorre na vida de toda a gente.

 

A música de hoje foi originalmente composta para Roy Orbison. No entanto, ele só a usou em 1992. Portanto, em termos cronológicos, a primeira versão a aparecer foi a da portentosa e desaparecida (para muita pena minha) Cyndi Lauper:

 

 

Em 1992 Roy Orbison mune-se de um ator de Beverly Hills 90210 (série que enlouqueceu toda uma geração), Jason Priestley, e apropria-se da música que havia sido composta para si e que podemos ver neste vídeo, que revive James Dean:

 

 

Entretanto, muitos outros criam versões diferentes deste I drove all night, como os The Protomen e que não vou publicar aqui. A última versão mais conhecida (2003) foi da Céline Dion (e a pior, para mim...):

 

 

Já disse que não gosto nada da última versão...? (Nunca é demais dizer... poupem-me!)...

 

Quanto às outras duas a que me referi, é difícil escolher a minha preferida. Adoro a voz e o ritmo do Roy Orbison, mas a Cyndi Lauper... convenhamos: a mulher tem O poder.

 

E vocês, qual preferem?

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