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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Cinema e pipocas: combinação demoníaca

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Quem é que não gosta de ver um bom filme? Eu adoro cinema, o que não significa necessariamente que gosto de ir ao cinema. São coisas muito distintas, ora vejamos porquê...

 

Antigamente, antes da Netflix e afins, antes do aluguer de filmes através da operadora, antes do Blu-ray, antes do DVD e antes das cassetes de vídeo em formato VHS (sim, eu passei por essas fases todas...) ver cinema e ir ao cinema eram sinónimos, porque o único sítio onde se podiam ver filmes (tirando o ranço que dava na televisão pública que se limitava ao Canal 1 e Canal 2), era, efetivamente, no cinema.

 

No entanto, graças à dita cuja evolução tecnológica, já existem várias opções para não nos deslocarmos a um cinema para vermos um filme e ainda bem! Digo ainda bem, porque, lamentavelmente, o conceito de cinema também evoluiu.

 

Antes, íamos ao cinema para ver um filme (quanto muito, acrescentávamos o namoriscar). Era algo quase solene. E, claro, havia respeito e SILÊNCIO.

 

Hoje em dia, antes de entrarmos, somos logo bombardeados com um arsenal de comida e bebida. Antes, eram só as pipocas e os sumos. Agora, até temos hamburgueres e cachorros e sabe-se lá mais o quê...

 

Voltando ao início do post, acho que já perceberam porque evito ir ao cinema. Cada vez que lá vou, venho em stress, porque me chateio quase sempre. Ou são as amiguinhas que não se calam a comentar o filme, ou o telemóvel do tipo do lado que toca, fazendo luz e barulho (e ele ainda tem a distinta lata de atender...), ou o que já viu o filme e está a contar, ou o cheiro incomodativo a comida, ou então...

 

...aquele barulho da mão a chafurdar no balde das pipocas, como se procurassem às cegas uma pipoca em específico (Por que o fazem? Não são todas iguais?!...) e depois o "crunch, crunch, crunch" a mascar de boca aberta as pipocas. Nada incomodativo, não senhor. Especialmente, se for a meio de qualquer cena dramática sem muito som. Aquele ruminar...

 

E claro, para atar os molhos, pega-se no balde de bebida (gaseificada, para ser mais potente) e sorve-se como se fosse um papa-formigas, especialmente no final da bebida, aquele barulinho maravilhoso, onde agitam o que resta das pedras de gelo, para melhor banda sonora. Com sorte, no final ainda somos bafejados (sim, porque também tem cheiro se estivermos ao lado) com um sonoro arroto. Fantástico!

 

Portanto, é com grande sacrifício que me arrasto até ao cimena e apenas para ver filmes com grandes efeitos especiais (como, «Star Wars», ou afins), porque, de resto, prefiro o conforto do meu sofá, o silêncio da minha sala e o respeito ao filme.

 

Imagem retirada de: http://www.c7nema.net/fun-geek-gossip/item/40151-comer-pipocas-no-cinema-torna-espectadores-imunes-a-publicidade.html

Personalidades: Brigitte Bardot

A atriz, cantora e ativista Brigitte Bardot (mais conhecida como BB) nasceu em França há 80 anos atrás. A sua mente, contudo, sempre esteve muito à frente do seu tempo. Para além da sua evidente e inegável beleza e de ter sido considerada um símbolo sexual nos anos 50 e 60 (seja lá o que isso seja... nunca percebi muito bem este conceito...) mostrou que também possui beleza interior e continua a ser uma ativista a favor dos direitos dos animais.

 A sua faceta irreverente e o seu estilo influenciaram grandemente a moda até aos dias de hoje. Prova disso, por exemplo, Kate Moss a (tentar) personificar a diva.

 Ou as malas Brigitte Bardot, da Lancel, inspiradas nela:

 E poderia acrescentar coisas e pessoas infinitas... A BB foi sempre livre e libertadora sem se deixar sufocar por espartilhos, quer fossem estes peças de roupa ou preconceitos, a ponto de recusar prémios que lhe tinham sido atribuídos.

 A Brigitte Bardot tem também outra qualidade muito rara na sua profissão: soube envelhecer e aceitar as marcas que tal processo traz, recusando terminantemente operações plásticas e afins e não escondendo o seu aspeto.

 Duvido muito que a maioria das atrizes que por aí proliferam tenham algum dia esta coragem: a de, simplesmente, mostrar o passar dos anos na sua beleza.

E para acabar este post, nada melhor que uma das mais conhecidas músicas em que participou:

 

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