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Brega & Chique

Este é um blogue de uma mulher portuguesa com todas as (f)utilidades inerentes a essa condição...

Robôs sexuais: sim ou não...?

 Estimado público, tanto feminino como masculino: estão aí os robôs sexuais... É verdade que só acessíveis a algumas carteiras... mas existem e estão em constante evolução. Depois das bonecas e dos bonecos sexuais, desde aqueles modelitos mais básicos que se compram para as despedidas de solteiro(a) (digo eu...) até aos mais sofisticados que parecem mesmo reais e adaptados às necessidades de cada cliente, já há empresas que se dedicam ao fabrico e comercialização de robôs que servem para... ter sexo.

 

 

Chocado (a)? Não fique tanto... ao que parece, há um estudo que indica que uma em cinco pessoas (homens e mulheres) está disposta a ter sexo com um robô. Portanto, veja-se só as potencialidades deste negócio... Sobretudo, se tivermos em conta que cada vez menos as pessoas convivem verdadeiramente, ficando-se por uma convivência mais virtual, via Internet, via telemóvel, sem que haja, de facto, um conhecimento real. Quantas vezes se vai a um café, um bar ou qualquer coisa do género e vemos mesas inteiras de gente que, ao invés de estar a conversar (como humanos que são) estão a teclar na porra do telemóvel?...

 

 

Se juntarmos ao pacote o risco de doenças sexuais sexualmente transmissíveis, as complicações psicológicas que podem resultar de um mau relacionamento ou até mesmo a vida corrida que cada um de nós levamos que nos impede de dispor de tempo para investir numa relação que até "pode nem dar em nada" ou dar em algo pior, conseguimos olhar para os resultados do estudo que acima referi com menos estranheza.

 

 

Se pensarmos ainda que esta seria uma boa forma de banir perversões como a pedofilia, violações, prostituição, exploração sexual ou outras coisas do género e possibilitar a quem por um motivo ou outro não consegue ter uma vida sexual por "vias normais" acesse a esse prazer/ necessidade, talvez esta coisa dos robôs não seja totalmente descabida... Ah... e não haveria bebés indesejados...

 

 

E mais ainda: no meio desta modernice toda, por exemplo, a «True Companion» (que é uma empresa produtora destes robôs) garante que estes irão ser capazes de ouvir, falar, manter uma conversa, sentir o toque e ser um verdadeiro amigo. (Whatiiiiii??????!!!!???) Ah... e eles também poderão ter um orgasmo... caso se toque no sítio certo...

 

 

A última achega: se o fizerem, já que não se pode "escolher" o homem/ mulher da nossa vida, escolham a dedo o ou a robô da vossa vida. :) É desta que vao poder eleger a cor do cabelo, dos olhos, da pele e, claro... os tamanhos de... tudo... lol E sem ouvirem reclamações, sermões ou birras!

Claro está também que sem tudo o resto, o bom e o mau, que nos caracteriza como humanos e que nos põe as emoções à flor da pele. Sejam estas boas ou más, ou as duas coisas, como todos (as pessoas) temos, porque não somos... robôs, precisamente...

 

Reclamação/ prestação de apoio psicológico

Devem estar a pensar o que raio tem a ver uma reclamação com a prestação de apoio psicológico, certo?... Pois... O facto de continuamente referir que o mundo anda às avessas e que anda tudo tolo não é invenção minha, OK?... Baseia-se em casos reais, como este.

 

Chega uma pessoa a casa, estafada, ao fim do dia, a desejar somente tomar um banhinho, sossegadita, para poder relaxar e descomprimir.

 

Porém, pela segunda vez num espaço de uma semana, abre a torneira e nada de água. Como é óbvio, "empiursa" (neologismo), ou seja, fica piursa, para não escrever outra palavra...

 

Vai daí, sai de casa, novamente, dirigindo-se aos serviços da empresa fornecedora da dita cuja água a fim de reclamar, pois à primeira ainda vá-que-não-vá, à segunda menos de sete dias depois já é pretender muito da minha paciência que é bem curta, por sinal...

 

Mas, claro... apesar de serem ainda nem 6h30 da tarde, a loja da empresasinha da treta já está encerrada (pasme-se, fecha às 16h!!!).

 

Mais fo... (oops) furiosa ainda pego no telefone disposta a contentar-me com o desanque verbal não presencial... mas para isso, tive que esperar impacientemente cerca de 10 minutos...

 

Ora bem, claro que, com estas limitações e entraves todos, quando me atenderam do outro lado foi um tal... ainda para mais porque o atendente nem sequer sabia o que se estava a passar e nem tinha prognósticos da normalização da situação.

 

O homem lá falava (quando podia) a tentar desculpar-se e tal até que não aguentou mais e desancou também... a própria empresa!!! Que eram uns incompetentes, que desde que passou a privada então é que era, que noutro concelho ao lado ainda era pior e até havia determinada rua que estava todos os dias sem água, que não sabia o que faziam ao dinheiro, que não tinham consideração nenhuma pelos clientes nem pelos empregados, em suma, que era uma empresa (dito pela boca dele) "de trazer por casa"!

 

Eu, do outro lado da linha, estava na dúvida entre continuar o desanque e controlar-me para não me desatar a rir devido ao insólito da situação e enquanto fazia este equilíbrio, depois de tanto pôr abaixo a própria empresa, o homem tem um ataque de desespero por si próprio e quase que chora ao telefone: que já tinha atendido desde que tinha entrado ao serviço mais de cem queixas, que não aguentava mais, que já tinha discutido com os seus colegas por causa da situação, que lhe ligavam pessoas a chorar a dizer que tinham os velhos acamados com fezes e urina para lavar (WTF?!!!) etc, etc e outras coisas que não escreverei...

 

E eu? Atónita, com o telefone na mão, a dizer-lhe para ele ter calma e que não era nada pessoal, que deixasse, que amanhã fazia queixa diretamente por escrito e, enfim... já só queria era que o homem desligasse...

 

Isto há com cada uma!!!! O mundo anda mesmo às avessas!!!

Fenómenos em crescimento: o doente mental e o homem grávido

 Ora, então, boa tarde (embora seja uma tarde fria como o caraças...)! Cá venho eu falar-vos não de um, mas de dois fenómenos em crescimento. Na verdade, estes "fenómenos" estão relacionados direta e indiretamente com outros dois de maior escala. Passo a explicar...

 

Ontem, fim de tarde (não tão fria como a de hoje, mas já nada agradável) dirijo-me a um hipermercado para comprar uma mercadoria bem pesada, daquelas que uma pessoa normal tem dificuldade em empurrar o carrinho (eu, então... é aos "ss" pela estrada).

 

Como é óbvio, importava arranjar um estacionamento o mais próximo da entrada em prol da minha coluna e da segurança dos demais...

 

Toda contente, avisto dois lugares mais próximos, mas... era o lugar reservado aos deficientes e às grávidas. "Que pena" (pensei eu) e fui estacionar o carro mais longe.

 

Ainda não tinha acabado de estacionar, já estava um "deficiente mental" a estacionar no sítio dos deficientes. Ao longe parecia-me uma pessoa perfeitamente saudável, mas dei-lhe o benefício da dúvida e dei-me ao trabalho de verificar no veículo se tinha o dístico. Nada de nada... portanto, só podia ser deficiente mental ainda não diagnosticado...

 

Fiquei logo furiosa, mas o cromo já tinha entrado e desaparecido e limitei-me a remorder entre dentes (porque não tinha ali à mão papel e caneta - o resultado teria sido outro...).

 

Quando saí da superfície comercial, com o carrinho atestado e aos solavancos até chegar ao destino, vejo chegar um fenómeno ainda maior: o homem grávido!!!!

 

 Houve um momento em que me enchi de esperança: "querem ver que os gajos já podem tirar o sofrimento às gajas...?" Mas, logo concluí que, se aquela criatura estivesse grávida era de cerveja, portanto, não querendo largar o meu carrinho, desanquei-o a plenos pulmões o quanto pude.

 

Que grande lata!!!!!! Mas dizia eu que estes fenómenos se inscreviam em outros maiores...

 

O primeiro é a falta de educação que por aí grassa! E atarraxado a ela a falta de valores éticos e morais.

 

o segundo fenómeno maior e também preocupante é a indiferença dos demais ao verem estas e outras (piores) atitudes. O povo vê estas coisas e não reage e não diz nada. É como se estivesse tudo bem e, portanto, estas atitudes vão alastrar-se.

 

Vim-me embora danada e a única coisa que me arrependo foi de não ter feito ainda mais barulho. Mas, pronto, ao menos disse algo e chamei a atenção para o problema.

 

Agora, é a vossa vez...

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